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Adoção, uma escolha do coração de Deus.

Adoção, uma escolha do coração de Deus.

Antes mesmo de aprender a falar João foi entregue a um orfanato local, cresceu com outras crianças, que assim como ele também possuíam um histórico de rejeição. Maria cresceu em um lar tradicional com seus irmãos e pais que os supriam com presentes a falta de presença e afeto. Nas duas casas ecoava a ausência paterna.

Quando um filho é desprotegido ele se torna vulnerável ao mundo, e o sentimento de orfandade desencadeia em seu coração um turbilhão de sentimentos incoerentes com o propósito para o qual Deus o criou. 


E é justamente nessa lacuna que o diabo se apresenta criando uma avenida de ilusões com promessas intermináveis de aceitação as quais jamais promoverão um filho, e servirão apenas para destruí-lo. Acumulando decepções, frustrações e o sentimento eterno de rejeição.


Em meio ao caos que habitamos acontece o que todo órfão deseja: a visitação de um Pai que nos escolhe para Ele. Como se o mundo fosse um grande orfanato, todos querem apenas ser amados, ter um lar, ser um filho. 


A Bíblia nos revela que Deus amou o mundo de tal maneira que escolheu dar o seu filho por nós, para nos revelar o seu amor de Pai e nos chamar de filhos. 


Jesus então nos apresenta a grande notícia, que fomos escolhidos! Deus, o pai visitou o grande orfanato, mundo, para inserir a todos em sua grande família.


Quando adotado, o filho já carrega um sobrenome que define seu direito à herança e estreia um lindo processo que acompanha a incontestável adoção para conhecer o seu Pai e o sistema da nova família, como: valores, princípios e sua nova cultura. De rejeitado a filho da nobreza , a uma paternidade que o dá acesso a seu destino.


A aceitação é uma via de mão dupla, já que cabe àquele que recebe a visita do amor de Deus aceitá-lo como Pai. O discernimento dessa escolha de Deus o impulsiona a se posicionar diante de tal dádiva, já que ser escolhido é ser eleito.

O entendimento do processo de adoção é necessário para que tais filhos entendam seus direitos e que como verdadeiros filhos de Deus visitem também outros órfãos com o amor de Cristo como o próprio fez por nós, comprometidos no amadurecimento e conscientes do seu chamado e destino.